O chefe do gabinete médico do governo da Austrália, Brendan Murphy, anunciou nessa quinta feira (23) que o país continuará proibindo viagens internacionais por mais três a quatro meses. O motivo é o risco associado à reabertura das fronteiras devido à rápida expansão do COVID19. Com exceção de residentes e cidadãos, a entrada de estrangeiros permanece vetada até segunda ordem.

A Austrália começará a flexibilizar as medidas restritivas criadas para impedir a disseminação da pandemia a partir da semana que vem. Murphy afirma que o primeiro país para o qual reabririam as fronteiras seria sua vizinha, Nova Zelândia, elogiada pelas medidas rigorosas adotadas contra o novo vírus.

Alguns estados planejam reabrir escolas e retomar as aulas gradualmente. O governo do país também está estudando a possibilidade de reabertura de alguns serviços considerados essenciais a partir do dia 11 de maio, embora a previsão seja de um distanciamento físico entre duas pessoas por um ano.

Até o presente momento, a Austrália registrou 6.661 casos confirmados, 552 mortes e 4.124 pessoas recuperadas, de acordo com o painel de controle administrado pelo Center for Systems Science and Engineering da Universidade Johns Hopkins (EUA).

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