O IFRS 16 / CPC 06 (R2) entrou em vigor em 1º de janeiro de 2019. A nova norma exige que os arrendatários reconheçam nas suas demonstrações financeiras os contratos que sejam ou contenham um arrendamento, refletindo o seu direito de usar o ativo durante um determinado período e o passivo associado para refletir os pagamentos da contraprestação.

O reconhecimento da despesa de juros sobre o passivo de arrendamento e a amortização do ativo serão reconhecidos na demonstração do resultado com impactos relevantes nos indicadores de performance das empresas. Praticamente todas as empresas se utilizam de aluguéis ou de arrendamentos como forma de obter acesso a ativos e, portanto, serão impactadas pelo IFRS 16 / CPC 06 (R2).

Por isso, quanto mais cedo a empresa entender os impactos desta norma, mais bem preparada estará para resolver potencias problemas e reduzir custos de implantação e riscos de compliance.

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